Quem acompanha nosso Blog sabe que a inspiração do nome da Nodal Consultoria veio pelo conceito da “empresa nodal” que C.K. Prahalad e Gary Hamel mencionam em seu livro “Competindo pelo Futuro” no Capítulo 8, quando explicam a necessidade das empresas em criar e administrar COLISÕES com outras organizações uma vez que é dessas interações onde surgirão as melhores ideias para o futuro.
Olá, estamos pensando em um livro sobre inovação. Algo simples que pudesse ajudar quem pouco entende do assunto a compreender UM POUQUINHO MAIS do assunto.
Como não sabemos fazer as coisas sem co-criar, aqui vão algumas perguntas para ajudar você a nos ajudar a fazer um livro melhor.
O que você gostaria de ter em um livro de inovação e nunca encontrou?
Do que você sente falta quando quer aprender sobre inovação?
Que ideia maluca você nos daria para o processo de criar o livro ou para o livro em si?
Se o livro tivesse que ter 3 características marcantes quais seriam?
Com a experiência de já haver conduzindo algumas dezenas de workshops envolvendo estes temas, tenho aprendido que um bom evento muitas vezes tem que provocar divergência para só depois gerar convergência. Por mais que alguns ou a maioria de nós, tenhamos pouca paciência para a divergência.
Não só no mundo do Design, tão em moda hoje em dia na administração, como também na Psicanálise, que trabalha bem no caos para ir construindo sentido a partir de coisas aparentemente desconexas, como na Biologia e tantas outras disciplinas, esse é um princípio fundamental.
Na prática, tenho visto que as organizações possuem muita dificuldade em lidar com divergência e convergência, se perdem nestes dois mundos… não criam espaço para a divergência, buscam sempre a convergência, ainda que seja uma falsa ou apenas superficial convergência. Mas não é mesmo fácil. Estratégia demanda foco, poucas escolhas, mas inovação demanda diversidade, muitas apostas, de preferência muitas pequenas apostas (little bets).
Uma das coisas gostosas da Nodal é poder inventar regras engraçadas para a empresa, uma das que mais tenho orgulho é a que criamos recentemente: todo sócio tem que escolher um evento muito legal fora do Brasil e ir descobrir coisas novas.
Esse tem sido nosso desafio. Depois de mais de três décadas somadas trabalhando como consultores decidimos desenvolver nossa própria empresa de consultoria _ a NODAL. No entanto, para nós a Nodal não existe… Como assim?
Nos dias 28 e 29 de novembro terá lugar o evento: Rio Business Innovation 2011 que tem como convidado especial para o primeiro dia o Alex Osterwalder, co-autor do livro Business Model Generation.
O evento é uma grande oportunidade para explorar as diversas oportunidades de negócio do Rio de Janeiro (Pré-Sal, Copa, Olimpíadas, Indústrias Cretivas, etc. ), assim como de conhecer o Alex, um dos principais palestrantes internacionais de inovação do momento.
A Nodal está apoiando esta iniciativa liderada pelo Claudio D’Ipolitto da FGV do Rio e convida todos vocês a participar: www.riobusinessinnovation.com
Nestes últimos meses venho trabalhando intensamente em um projeto de planejamento estratégico em uma das maiores empresas do mundo em seu segmento. Como consultores artesãos, eu e meu colega Pedro Zanni, brincalhamos com as mais diversas ferramentas…CANVAS, VRIO, PESTEL, PORTER, ANÁLISE DE PORTFÓLIO, etc. Mas no fim, todas essas ferramentas e modelos foram apenas suporte, para realizarmos boas perguntas, e o que mais valeu foi o poder de transformar as diversas reflexões, envolvendo durante semanas um grupo de mais de 50 pessoas, em algo simples e de muito valor.
Desempacotando minha biblioteca recente, devo dizer que estou lendo um daqueles livros que ficamos esperando a hora da leitura, trata-se do De Onde Vem As Boas Idéias, de Steven Johnson.
Só pelos conceitos de Intuição Lenta e Possível Adjacente, que explorarei em posts futuros, já vale a pena.
Aqui vai uma animação da RSA, onde o autor explora um pouco os conceitos básicos, melhor que ela, só o livro.
Se a geração de idéias inovadoras é um desafio, avaliá-las então nem se fala.
O Germán trouxe de sua mais recente participação em um Workshop com o Alex Osterwalder, o autor do livro Business Model Generation, uma metodologia bem interessante que temos utilizado bastante para avaliar idéias, os 6 chapéus.
O método é utilizado na avaliação das idéias geradas e para cada idéia, procura-se, em intervalos de 1 minuto, exercitar cada um dos chapéus:
branco – neutro e realista
amarelo – otimista
preto – pessimista
vermelho – expressa os sentimentos
verde – o chapéu da criatividade
azul – o chapéu do controle e objetividade
Para você saber mais sobre os chapéus, veja essa apresentação que encontrei no slideshare:
Esse vídeo da TED que vi por esses dias mostra como uma das empresas mais inovadoras de nossa atualidade, a IDEO, também pratica o brincalhar. Vale o investimento de tempo. Para os que tem dificuldade de entender o Inglês, existe a opção de legenda.